Tu sais je vais t'aimer
Tu sais, je vais t'aimer
Même sans ta présence, je vais t'aimer
Même sans espérance, je vais t'aimer
Tous les jours de ma vie
Dans mes poèmes, je t'écrirai:
"C'est toi que j'aime, c'est toi que j'aimerai
Tous les jours de ma vie"
Tu sais, je vais pleurer
Quand tu t'éloigneras, je vais pleurer
Mais tu me reviendras et j'oublierai
La douleur de mes nuits
Tu sais, je souffrirai
A chaque instant d'attendre, je souffrirai
Mais quand tu seras là, je renaîtrai
Tous les jours de ma vie
[Vinícius de Moraes | Versão: Georges Moustake]
A cada dia procuro menos o sentido,
a resposta na razão. Existe mais das coisas
no que nelas não vemos.
Nas mesas desarrumadas, nos rascunhos que antecedem os livros,
nas notas ao lado das páginas, nas telas e paredes sob a tinta, na respiração
dos poetas... no sentido que não cabe nas palavras
e se lê a sós no silêncio dos olhares.
A cada dia procuro menos a razão, caminhando para
a loucura distante da compreensão dos homens.
“Somos devorados pela loucura, na incapacidade de decifrá-la”
[Claudio]
“a vida da gente deveria
ser como
uma bolha de sabão cheia de silêncio,
mas leve, colorida com todas as cores do arco-íris
e quando explode respinga lágrimas
de saudades por todo lado”
["João Teimoso - Luiz Raul Machado"]
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"É
por isso que escrevo. porque me livro."
Leandro
Jardim
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Caso
vou pensar no seu
caso...
é um caso o que temos?
fruto do acaso
ou caso pensado?
caso case comigo
não vá criar caso
caso o faça
não caso, não caso
mas caso caso não crie
crio casa contigo
[Leandro
Jardim | Via Varal
- Silvia Paiva]
Instante
Assim
Sem jeito
Ontem, hoje, amanhã...
Um olhar pela janela
A caixa do correio
A campanhia muda
Discos slenciosamente empilhados
Nós e o silêncio
Das gargantas
Dos gestos
Do sentido a seguir
Sim
Como alma que num tiro se lança rumo ao infinito
do espaço, olhando para trás e vê
corpo, casa, rua, casas, montanhas e nuvens ficando
para trás, um planeta, sistemas e contempla infinito
ser a distância. Não o vê. Mas ele
está lá. Sabe que está. Em frações
de tempo que não existe explicação.
Ele esta lá, como sentimentos que dispensam explicações.
[Claudio]
O Menino e o passarinho
Antes, durantes ou pouco depois, não sei ao certo
era tempo de infância, onde brotam os primeiros sonhos.
Sonhava ser aviador, talvez pela liberdade de ganhar o céu,
talvez para morrer feito passarinho voando.
Pássaros que não morrem voando, morrem triste, acho eu.
[Claudio Partes | Pássaros num Mundo de Cães e Gatos]
Se for pisar na grama, favor retirar os calçados.
Claudio Partes
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Visto
- Flyboys
Lendo
- O Estranho Caso do Cachorro Morto
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[Cena de "Sob o Céu do Líbano]
Canção perdida
'Entre folhas, cadernos e dias que se foram,
haviam canções ...'
Lá onde as crianças brincam existe uma erupção...
Camas molhadas
Jardins secos
Brinquedos pontiagudos
Fragmentos que incomodam os dias
Quantos sonhos já nascem mortos.
'Porque tantas pessoas retratam o mundo em preto e branco?'
Pés cansados retornam sob a escuridão
Corações gélidos em dias de sol
Largas avenidas
Pessoas estranhas
Labirintos em constantes construções
"Deus ex machina"
Portas e janelas cerradas
Estão enterrando pessoas vivas
Sem alarde
Sem velório
Sem tempo para dizer adeus
'Durma sonhos meus...'
[Claudio | Ensaio | 9 Canções e uma Marcha Funebre]
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ouvindo
- Songs of Mass Destruction | Annie Lennox
Visto
- No Vale das Sombras
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............................................................. Petrópolis
..............................................................Só se vê chuva
..............................................................quando nada se vê além
..............................................................um sapato flutua
..............................................................folhas
..............................................................gatos
..............................................................cães
..............................................................meninos e meninas
..............................................................sob o céu
..............................................................sob as marquises
..............................................................pontos e pontes
..............................................................lá em cima
..............................................................por entre frestas de chuva
..............................................................o azul
..............................................................o sol
..............................................................arteiro
..............................................................sorridente
...............................................................[Claudio]
Fragmentos
O olhar ....................................... distante
Os lábiostãopertos
....................................... beijos
Frio ....................................... calor
Livros de cabeceira ....................................... mudos
40 dias ....................................... 40 noites ....................................... 40 anos
Varais ....................................... e ....................................... Ventos
Transportam lembranças através do tempo
Um Ensaio
....................................... sobre a cegueira
Um dia frio
Um bom lugar ....................................... para ler um livro
Manhas ....................................... manhãs
Amanheceres ....................................... permanecer
Horasehorasehorasehoras
Assimjuntinho
[Claudio]
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ouvindo
- Maria de Medeiros
- Amos Lee
- Julieta Vergara
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[Autoria desconhecida]
Bruta flor
"Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato, eu sou o espírito
Onde queres um lar, revolução
Eu queria querer-te amar o amor
Construir-nos dulcíssima prisão
Encontrar a mais justa adequação
Tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés
E vê só que cilada o amor 'nos' armou
Ah! Bruta flor do querer
Ah! Bruta flor, bruta flor
O quereres e o estares sempre a fim
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total"
[Trechos de "O Quereres" | Caetano Veloso]
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[Autoria desconhecida]
Lonely You are not alone
I am here with you
Even when you're scared
I'll never leave you
Standing in a storm
Making it insane
Once again, I would try
To enchain you
But you open your eyes to the sky
and whisper
That you are so lonenly
You are so alone
You're so alone
You're so lonely, so lonely
So I'm colouring my face
While I am here with you
Imagining the landscape of your sorrow
Is it yellow or blue?
Colouring the sky, and the threes
and the clouds, and the moonlight
I'd coloured your heart
If you didn't I did
And I wish you could just find home.
[Yael Naim]
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[Detalhes do filme
"O Livro de Cabeceira"
.... "Eu envolvi ese livo em minhas pernas
.... Este livro e eu nos tornamos indivisíveis
.... Sua pele, suas letras, sua pontuação, suas quietas
.... E suas ruidosas páginas"
"Onde esta um livro antes de nascer?
Um livro cresce como uma árvore?
Quem são os pais do livro?
Um livro precisa dos pais
- uma mãe e um pai?
Pode um livro nascer dentro de outro livro?
Quão velho um livro precisa ser antes que possa parir um outro?
Livros jovens choram e gritam se não são lidos ou alimentados?
Eles passam por palavras em incontinente abandono?
Eles forçam qualquer sentença casualmente encontrada
Nas suas bocas?"
[Trecho de poesia do "O Livro de Cabeceira"]
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ouvindo
- Dann Laser Vampires
- Billie the Vision and the Dancers
- Yael Naim
visto
- O Livro de Cabeceira | Peter Greenaway
lendo
- Poemas do "Livro de Cabeceira"
caminho
- LastFM
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